sábado, 26 de dezembro de 2009

Comitê para Democratização da Informática


Doe o seu computador usado para o Comitê para Democratização da Informática e ajude a atualizar o futuro de alguém.

Apoie o projeto CDI, reconhecido e respeitado mundialmente, e amplie o número de crianças, jovens e adultos beneficiados pelos CDI Comunidade no Brasil e no mundo.

Siga o link abaixo e saiba mais:
http://www.cdi.org.br/notes/Doe_Agora

USP cria centro para reciclar lixo eletrônico

Se você tem algum computador aposentado em casa, nós temos sugestões de instituições sérias que podem dar um destino muito útil pra ele.


No ritmo em que a indústria de eletrônicos avança, com lançamentos cada vez mais frequentes, é natural que as trocas de aparelhos acabem deixando para trás um rastro de equipamentos ultrapassados, mas que ainda podem ser úteis para muita gente.

A Universidade de São Paulo montou um centro de reciclagem para diminuir esse problema e também evitar a ameaça que o lixo eletrônico representa para o meio-ambiente.

Os computadores já foram vanguarda, já foram o futuro. Hoje, são vítimas do avanço da tecnologia.

“A cada dia surgem novos produtos, mais atraentes, novos celulares, novos micros, e mesmo esses equipamentos não chegando ao final do seu ciclo de vida são substituídos por novos equipamentos”, explica Mauro Bernardes, da Divisão de Informática da USP.

O lixo eletrônico não tem cheiro, não suja as mãos e tem uma aparência bem melhor do que o lixo convencional. Mas ele está repleto de substâncias como chumbo, mercúrio e cádmio que, se não tiverem um destino adequado, podem contaminar a natureza e prejudicar a saúde humana.

O galpão que acaba de ser inaugurado na Universidade de São Paulo é uma tentativa de transformar toneladas de equipamentos velhos em algo útil de novo.

Primeiro, eles passam por uma seleção. O que pode voltar a funcionar é consertado e vai para escolas carentes. O que não funciona é desmontado e separado. Plástico, ferro e vidro são vendidos para indústrias de reprocessamento.

Antes de ir para as empresas de reciclagem, parte do material é prensada, para reduzir o volume e o custo do transporte, que é muito alto. Por exemplo, nove gabinetes de computador depois de prensados ocupam o espaço de apenas um.

As únicas peças que vão para o exterior são as placas eletrônicas, que têm pequenas quantidades de ouro. O Brasil ainda não tem fábricas para reciclar esse material, uma realidade que a USP quer mudar.

“É onde tem maior fonte de renda. O dinheiro da placa ficaria no Brasil e nós criaríamos uma nova indústria, novos empregos. Tem ganho financeiro, social e ambiental”, argumenta Tereza Cristina Carvalho, do Centro de Computação Eletrônica da USP.

O analista de sistemas Fernando Redigolo não pensou duas vezes. Encheu uma caixa de tralhas eletrônicas e doou para a reciclagem. “Tinha coisa que tinha dez anos pelo menos”, contou.



Alem do meio ambiente, quem gostou da iniciativa foi a mulher dele. “Ela agradece o espaço que tem em casa agora e antes estava ocupado por velharias. Só não posso acumular mais coisas senão eu arrumo briga de novo em casa”, disse.

O centro tem capacidade para processar dez toneladas de lixo eletrônico por mês, mas, por enquanto, só está recebendo material doado por alunos e funcionários da universidade.

Se você tem algum computador aposentado em casa, nós temos sugestões de instituições sérias que podem dar um destino muito útil pra ele.


http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1426680-10406,00-USP+CRIA+CENTRO+PARA+RECICLAR+LIXO+ELETRONICO.html

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Conscientização

Atualmente é necessário a conscientização da população em relação ao descarte correto do lixo, já que muitos, ou seja, a maioria é totalmente desinformada quando entra em questão o lixo eletrônico. Por isso é preciso que a população em geral, seja informada sobre este assunto.
Apesar do seu alto consumo ocorre em todo o mundo o descarte desordenado do lixo eletrônico, gerando por sua vez doenças causadas pelos seus componentes químicos. É de extrema importância a conscientização da população, e a implantação de postos de coletas.

REDUÇÃO DO LIXO ELETRÔNICO NO BRASIL

Com o crescimento do uso de eletroeletrônicos é preciso buscar novas fontes de reciclagem do mesmo, levando em consideração a questão sócio-ambiental; estudar meios para sua redução visando os danos proporcionados pelo lixo eletrônico.
Sendo como por exemplo:
-Propor novas idéias sobre redução do lixo eletrônico, buscando acima de tudo novas formas que tragam como prioridade fórmulas que beneficiem a saúde do homem e a preservação do meio ambiente.
-Mostrar vantagens na utilização da reciclagem; pois apesar de ser alvo de propagandas ainda existem muitos que ignoram esse ato que beneficia o homem e ao meio em que vivemos.
-Pesquisar até que ponto é viável a eliminação do lixo visando principalmente seus beneficios não somente a comunidade, mas também ao meio ambiente.
-Propor idéias para a reciclagem e a reutilização do lixo, como a doação dos eletros usados e daqueles que apesar de danificados podem ser utilizados suas peças.

O problema do lixo eletrônico

O Brasil possui um grande problema de produção de lixo eletrônico, que por sua vez produz toneladas e toneladas de lixo, causando graves problemas ambientais. Contudo, apesar do alto consumo de eletroeletrônicos existem poucas empresas de reciclagem deste material. O que aumenta a preocupação em relação aos danos proporcionados pelo lixo.
Tudo isso ocorre devido a alta produção de eletroeletrônico; o grande índice de consumo e a falta de incentivo para que as empresas passem a recilclar o lixo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sociedade do consumo


No Brasil existem sérios problemas ambientais causados pelo forte crescimento das cidades e do consumo que por conseqüência ocasionam um grande acréscimo na quantidade de efluentes domésticos e industriais que são lançados nos rios e também um forte aumento na quantidade de resíduos (lixo) que são gerados por esta sociedade de consumo.
Atualmente as empresas buscam somente vender seus produtos,porém não se preocupam com o destino em que tomará o lixo e nem mesmo pelo retorno desses produtos.
O lixo deve ser hoje um assunto no qual devemos ficar atentos, pois este além de causar danos à natureza causa também graves riscos a saúde humana.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O que acontece com todo esse lixo?


O lixo eletrônico contém muitos componentes tóxicos e perigosos que, em sua maioria, ainda são depositados em aterros sanitários. Boa parte da porção restante é exportada a alguns países em desenvolvimento, onde trabalhadores - que muitas vezes trabalham em condições de pouca segurança e sem fiscalização - reciclam esses resíduos. O trabalho que eles realizam, embora ofereça algumas matérias-primas reaproveitáveis, tem sérias conseqüências.
No momento, as pessoas estão apenas começando a perceber o quanto essas conseqüências podem ser sérias. A exposição em longo prazo a pequenas doses de toxinas é menos compreendida do que os efeitos dessas toxinas em dosagem maior. Provavelmente, é perigoso passar os dias tocando fragmentos de metais tóxicos como chumbo (em inglês) e mercúrio (em inglês). O senso comum alerta que inalar fumaça de produtos químicos que retardam chamas e ácidos altamente corrosivos também não é uma boa idéia. E despejar os subprodutos desse processo de reciclagem em fontes de água potável ou não acaba poluindo-os.

A conseqüência é que as pessoas começaram a prestar atenção a isso e diversas iniciativas de proteção ao meio ambiente e à saúde humana ganharam força, recentemente. Governos de todo o mundo estão adotando regulamentação para reduzir os resíduos e um número crescente de melhoras industriais vem surgindo a cada dia.

No Brasil, o problema não é menor que nos outros países, inclusive, porque, por exemplo, a reciclagem de pilhas e baterias é mínima.


Na próxima página, veremos o que exatamente o lixo eletrônico contém que o torna tão perigoso.

Fonte: http://ambiente.hsw.uol.com.br/lixo-eletronico.htm

Faça sua parte


Cada pessoa pode tomar atitudes para enfrentar esse problema causado pelo lixo eletrônico. Um comportamento adequado é prestar mais atenção ao conceito mundial dos “três erres”: Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Reduzir significa consumir menos e melhor, como comprar produtos que a embalagem possa ser reciclada. Reutilizar compreende na atividade como a doação de roupas, brinquedos e eletroeletrônicos que ainda possam ser usados por outras pessoas. Reciclar é reaproveitar certos materiais, como vidros plásticos, metais e papel.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O lixo eletrônico

Atualmente o lixo eletrônico tem sido um terrivel vilão não só para a saúde do homem como também para o meio ambiente devido seus componentes, sendo muitos deles cancerígenos; como por exemplo: arsênio, cádmio, chumbo, manganês, etc.
Quando descartados incorretamente seus componentes acabam poluindo o ar, o lençol freático dentre outros.
Um exemplo é os danos causados pelo arsênio, que atinge o sistema respiratório causando insuficiência pulmonar, traqueobronquite, tosse crônica e fibrose intersticial difusa, atingindo também o sistema hematopoiético causando leucopenia, hemólise intravascular e anemia carcinogenicidade.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Lixo Eletrônico

Lixo eletrônico, é o nome dado aos resíduos resultantes da rápida obsolescência de equipamentos eletrônicos (o que inclui televisores, telemóveis, computadores, geladeiras e outros dispositivos).
Tais resíduos, descartados em lixões, constituem-se num sério risco para o meio ambiente, pois possuem em sua composição metais pesados altamente tóxicos, tais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo Em contato com o solo, estes produtos contaminam o lençol freático; se queimados, poluem o ar. Além disso, causam doenças graves em catadores que sobrevivem da venda de materiais coletados nos lixões.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lixo_eletr%C3%B4nico